COMO ESCOLHER UMA CORRETORA DE VALORES PARA INVESTIR EM AÇÕES E TÍTULOS PÚBLICOS

mercado de ações representa uma alternativa com alto potencial de lucros, embora “perigosa”, se você pouco souber sobre o que está fazendo.

Já os títulos públicos, além de seguros e mais rentáveis que a poupança, são excelentes como estratégia para a aposentadoria, proteção contra a inflação e construção de uma reserva de emergência.

Você sabe o que fazer para ganhar passe livre e ter total acesso a essas aplicações?

Aprenda tudo neste artigo! Continue lendo e indique para seus amigos.

POR QUE ABRIR CONTA EM UMA CORRETORA DE VALORES?


Muito provavelmente foi em um banco que você abriu sua primeira conta. E por muito tempo talvez você nunca tenha ouvido falar sobre qualquer outra maneira de investir que não fosse através de um banco.

Certamente o gerente do seu banco já lhe ofereceu alguma opção de título de capitalização ou previdência privada, e, salvo se você pertencer ao seguimento de alta renda, dificilmente foi além disso.

Existem dois motivos para ele não lhe oferecer algo melhor:

  1. Seu gerente possivelmente conhece muito pouco sobre outras opções de investimentos;
  2. Como possui uma meta de vendas a cumprir, ele oferece os investimentos que garantem a comissão dele, não os mais lucrativos para você.

Com as corretoras é diferente?

Assim como os bancos, as corretoras e seus profissionais também ganham comissões dos produtos que vendem ou intermedeiam, mas

Ao se cadastrar em uma corretora independente, ou seja, desvinculada de um banco, você será cliente de uma instituição especializada em investimentos. Elas só fazem isso, ao contrário dos grandes bancos, que também concorrem nos seguimentos de seguros, empréstimos, financiamentos, entre outros.

Além de um atendimento mais especializado, a corretora será a sua porta de entrada para um novo mundo de possibilidades de investimentos, entre os quais comprar e vender ações e títulos na BM&FBovespa.

BM&FBovespa é o nome da bolsa de valores que detém o monopólio da gestão de diversos ativos financeiros no Brasil, entre os quais ações e títulos. É uma empresa privada, mas regulada pelo Estado. Conheça mais sobre a Bolsa aqui.

Portanto, a corretora é o intermediário obrigatório que vai ligar você ao sistema da Bolsa.

Outro papel das corretoras é fornecer informações que auxiliem a tomada de decisão dos investidores. Isso é feito através de relatórios, vídeos ou mesmo diretamente com um consultor.

Agora que você sabe porque deve abrir conta em uma corretora, vamos avaliar como escolher uma. Continue lendo este artigo e você vai saber mais sobre:

  • Quais elementos avaliar para escolher uma corretora?
  • Quais são as taxas cobradas pela corretoras?
  • O que é um home broker?
  • O que acontece com o seu dinheiro se a corretora quebrar?

E muito mais! Acompanhe.

COMO ESCOLHER UMA CORRETORA DE VALORES


Existem dezenas de corretoras no mercado. Para escolher a sua você deve ter em mente suas preferências e objetivos.

Muitas variáveis poderão ser avaliadas. Para guiar o seu raciocínio, separei essas variáveis em três grupos : custos, ferramentas e qualidade.

Elemento #1: Custos

Todos os custos cobrados pelas corretoras se relacionam com os investimentos que você faz. Diferente dos bancos, corretoras não cobram tarifas de manutenção de conta.

As taxas cobradas variam conforme o canal de negociação. Em geral, se você operar de forma autônoma (pelo home broker), pagará menos do que se enviar ordens através de um operador (pelo telefone).

Corretagem

A corretagem é a comissão paga à corretora no momento da compra ou da venda de ações. Dependendo da corretora, o valor cobrado é o mesmo para qualquer negociação (corretagem fixa), ou uma porcentagem sobre o valor da transação (corretagem variável).

Quando você pensar no custo para escolher sua corretora, fique atento para que alguns vieses cognitivos não prejudiquem sua decisão. Embora você deva no mínimo desconfiar de uma corretora com um valor de corretagem muito abaixo da concorrência, o preço não está diretamente relacionado à qualidade dos serviços.

Na mesma linha, não julgue que uma corretora presta um serviço mais qualificado somente por cobrar um preço superior à média do mercado. Para decidir, pense na quantidade e no valor das operações que você irá realizar todos os meses. Faça simulações entre corretoras que cobram taxa fixa e variável e avalie qual tipo de cobrança pesará menos no seu bolso.

Taxa de custódia

A taxa de custódia é o valor cobrado mensalmente dos clientes com posição em ações, destinado a cobrir os custos operacionais das corretoras junto à Bolsa. Dependendo da corretora, esse valor pode ser fixo ou variável.

Algumas corretoras associam sua cobrança à quantidade de operações realizadas, chegando até a isentar os clientes de seu pagamento.

Taxa de administração do Tesouro Direto

Taxa que a maioria das corretoras cobra dos clientes com posição em títulos públicos. E escrevo “a maioria” pois você verá que algumas corretoras não cobram essa taxa.

Em geral, sua cobrança é anual, mas existem corretoras que cobram com maior frequência ou até mesmo em cada operação. Clique AQUI para você ver o ranking da taxa de administração do Tesouro Direto.

Outro fator a se considerar é o valor que você pagará pelo DOC ou TED para transferir seus recursos para a corretora.

Não quer pagar DOC ou TED? Clique AQUI para ler um artigo que vai te explicar passo a passo como NUNCA MAIS pagar DOC ou TED e cadastre-se abaixo para receber novos conhecimentos.

CONHEÇA MAIS PARA DECIDIR MELHOR

Elemento #2: Ferramentas e funcionalidades

Se você se cadastrar em uma corretora com o objetivo de investir em ações vai perceber que existe um termo muito utilizado em todas as operações. Trata-se da famosa “ordem”.

A ordem nada mais é que o ato pelo qual o investidor determina que a corretora execute uma compra ou venda de ações em seu nome, na data, quantidade e valor que especificar.

Assim, um dos principais papeis das corretoras é oferecer ferramentas confiáveis para que os investidores transmitam suas ordens.

As ordens podem ser transmitidas por escrito, por telefone ou outros sistemas de transmissão, ou ainda por sistemas eletrônicos (a forma mais “divertida”, na minha opinião).

Eu falo deles a seguir:

Home broker

Home broker é um sistema disponibilizado pelas corretoras para que os investidores façam suas operações de forma autônoma e em tempo real, diretamente de um computador conectado à internet.

Nesse sistema você tem acesso às cotações em tempo real, podendo comprar ações e títulos em qualquer lugar e na hora que desejar. Permite também agendar as operações, para que a corretora execute suas ordens em uma data predeterminada, entre diversas outras funcionalidades.

Nunca viu ou não tem ideia de como é um home broker?

corretora de valores
Tela parcial do home broker da corretora Rico. Clique para ampliar.

A aparência do home broker não difere muito de corretora para corretora. Predominam tela escura e caracteres brancos. A intenção é facilitar o contraste, face ao grande número de informações.

Se você pretende operar sozinho, vai precisar de um home broker. Certifique-se de escolher um sistema confiável.

Mobile broker

Algumas corretoras fornecem também o mobile broker, que é uma adaptação do home broker tradicional para as plataformas móveis (tablet e celular).

Essa ferramenta é muito útil para quem pretende realizar operações diárias de compra e venda de ações, pois garante grande flexibilidade.

Como minha estratégia de investimentos não me obriga a realizar uma grande quantidade de operações e eu sempre opero do computador em minha casa, não utilizo esta funcionalidade.

Mesa de operações (telefone)

Para quem não deseja operar sozinho existe a alternativa de escolher uma corretora onde seja possível enviar ordens faladas pelo telefone. A maioria das corretoras fornece essa opção.

Nesse caso você conversará diretamente com um operador na mesa de operações da corretora, responsável pelo envio das ordens ao pregão da bolsa de valores.

Existem ainda outras formas admitidas de envio de ordens, como fax ou e-mail, atualmente pouco difundidas pelas corretoras. As ferramentas modernas tornaram obsoletas essas opções.

Funcionalidades do Tesouro Direto

Se você pretende investir em títulos públicos, considere escolher uma corretora que seja agente integrado ao Tesouro Direto, transfira os recursos no mesmo diapermita aplicações programadas.

Algumas corretoras possuem seus sistemas integrados ao Tesouro Direto, permitindo ao investidor consultar extratos e negociar títulos diretamente pelo site ou sistema da corretora. Caso a corretora não seja integrada, as operações só poderão ser realizadas pelo site do Tesouro Direto.

Não que isso seja muito importante ou decisivo para sua escolha, mas é uma comodidade que pode servir como critério de desempante se você estiver em dúvida.

Outra comodidade diz respeito ao prazo de transferência dos recursos. Quando você observar a inscrição “D+0” na lista de instituições habilitadas no Tesouro Direto, significa que a corretora em questão transfere seus recursos no mesmo dia da solicitação.

Quando “D+1”, o repasse será no dia útil posterior ao pedido.

Em relação às aplicações programadas, algumas corretoras oferecem a opção de agendar a compra de títulos, o que pode ser relevante para quem pretende investir regularmente.

Elemento #3: Qualidade

Até aqui você conheceu as principais taxas cobradas e as principais ferramentas e funcionalidades oferecidas pelas corretoras. Agora vamos abordar o elemento que integra e valida todos os outros: a qualidade.

Evidente que esse elemento carrega consigo alta dose de subjetividade. Por padrão, tendemos a avaliar somente algumas partes de um todo, em especial aquilo que mais impacta em nossas vidas, gostos e preferências.

E é bom que seja assim. Do contrário, perderíamos a nossa condição humana. Seríamos máquinas. E todo mundo pensaria igual.

O que eu quero dizer com isso? Que não existe a melhor corretora para todos. Se você desejar operar com muita frequência ou quer virar um trader, o melhor home broker possível fará toda a diferença.

E você decreta: a corretora que o possui é a de melhor qualidade!

Mas imagine que essa mesma corretora seja péssima no atendimento ao cliente: demorado, burocrático, impessoal demais. Se você valoriza o contato com o assessor e não tem muita familiaridade com o mercado financeiro, definitivamente será uma péssima escolha.

Assim, antes de avaliar a qualidade, primeiro é importante entender qual é a sua necessidade. Para te ajudar, encontre respostas para a seguintes perguntas:

  • No que vou investir?
  • Vou aplicar todos os meses ou apenas eventualmente?
  • Prefiro operar sozinho no home broker, no mobile broker, ou pelo telefone, com o auxílio de um operador?
  • Preciso das indicações de um assessor de investimentos ou buscarei sozinho as informações para tomar minhas decisões?

Um minuto da sua maior atenção aqui: falando especificamente do mercado de ações, eu particularmente acredito que os assessores são bastante úteis para ajudar você a se decidir, isto é, aquela situação aonde você sabe o que está fazendo, mas está com dúvida entre POUCAS OPÇÕES, então gostaria da opinião de alguém mais experiente.

Se você não souber absolutamente nada do que está fazendo, de forma que tenha de confiar cegamente no que o assessor te indica, significa que esse mercado AINDA não é para você.

Avaliando o atendimento

Teste o atendimento da corretora que você estiver pesquisando. Você não quer ter de transferir sua custódia para outra instituição no futuro porque foi mau atendido. Pelo contrário, você quer um relacionamento longo!

Você pode testar ligando para a corretora e enviando um e-mail com uma pergunta qualquer, para depois avaliar se a resposta foi rápida e esclarecedora.

Avaliando os sistemas

Como não é possível acessar os sistemas da corretora antes de se cadastrar, experimente acessar o site. Explore-o e veja se responde rápido ao carregar as páginas.

Lentidão e falhas de carregamento são possíveis indicativos de problemas no servidor da corretora. Como provavelmente você terá de acessar o site para se logar nos sistemas, em um momento que ele não funcione corretamente você pode não conseguir operar.

Faça esse teste em diferentes momentos do dia, especialmente nos períodos em que o pregão da bolsa estiver aberto e a todo vapor.

Avaliando a reputação

Pesquise a percepção de outros investidores sobre a sua possível corretora. Converse com amigos que já são clientes. Procure por opiniões em fóruns da internet e rankings de revistas.

Uma boa dica é pesquisar o site Reclame Aqui. Lá você poderá ter uma ideia sobre as reclamações mais predominantes entre as corretoras candidatas.

Veja também em quanto tempo elas costumam responder aos chamados. Você vai reparar que algumas corretoras são campeoníssimas no número de reclamações, mas considere que existe uma diferença brutal no volume de clientes das gigantes em comparação às corretoras de menor porte.

CHEGOU A HORA DE SE CADASTRAR NA CORRETORA DE VALORES


Você tem no mínimo dezoito anos? Bem, desculpe só avisar agora, mas se você tem menos de dezoito ainda não pode abrir a sua conta na corretora. Pelo menos você já conhece o caminho das pedras e na hora certa saberá o que fazer.

Se você já tem ou passou dos dezoito, mãos a obra!

Algumas instituições estabelecem uma quantia mínima para abrir a conta. Se a corretora escolhida fizer essa exigência e você não dispor da quantia necessária, tente negociar o valor mínimo. Ou simplesmente escolha outra.

A maioria das informações solicitadas para a abertura de conta são iguais em todas as corretoras. Tratam-se de exigências dos órgãos reguladores:

  • Dados pessoais e profissionais;
  • Situação financeira e patrimonial;
  • Aplicações financeiras atuais;
  • Questionário de avaliação de riscos.

É importante que você informe seus dados com correção. Não omita sua renda ou patrimônio. Essas informações são essenciais para justificar seus investimentos, podendo ser auditadas pelos órgãos reguladores.

Após preencher e assinar os documentos envie tudo para a corretora e aguarde os dados de acesso.

SÍNTESE


Quer uma corretora para investir em títulos públicos?

O fator que realmente faz a diferença na hora de escolher uma corretora para aplicar em títulos públicos é a taxa de administração. Procure entre as instituições habilitadas aquelas que cobram as menores taxas (preferencialmente que não cobrem).

O preço dos títulos públicos não apresenta a mesma volatilidade das ações. Além disso, trata-se de uma operação muito mais simples. Não é necessário que a corretora escolhida ofereça o melhor home broker possível (nem um home broker é necessário). Você poderá comprar seus títulos diretamente pelo site do Tesouro Direto, ou no próprio site da corretora, se esta for um agente integrado.

Quer uma corretora para investir em ações?

Ações são investimentos de risco e alta volatilidade. Imagine uma situação em que você decida adquirir um lote pelo preço de dez reais cada ação, e no momento da operação o sistema da corretora “trava”.

Você volta duas horas mais tarde e percebe que as ações subiram para R$ 10,30, valorizando 3%. É certamente um motivo para se aborrecer.

Portanto, se você vai investir em ações e, principalmente, se vai realizar muitas operações, é preponderante escolher um home broker que seja rápido e estável.

O fator custo também é fundamental. Normalmente as corretoras vendem pacotes com quantidades predefinidas de ordens, a preços unitários mais favoráveis que a contratação avulsa.

Para quem realiza muitas operações diárias ou mensais é importante ficar ligado nesses pacotes.

Ideal mesmo, opte pelos dois!

Se você pretende aplicar tanto em ações quanto em títulos públicos, escolha uma corretora “boa de trabalhar” para os dois objetivos.

Eu por exemplo invisto em ambos e sou cliente de uma corretora que une uma das melhores taxas do mercado, tanto para ações quanto para títulos públicos, com a vantagem de ser agente integrado ao Tesouro Direto.

INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR: E SE A CORRETORA DE VALORES QUEBRAR?


Obrigado por ler o artigo até aqui, ou mesmo que você tenha pulado diretamente para esta parte, de qualquer forma obrigado! :)

Vou dedicar estas linhas finais para tentar desobstruir algumas barreiras que ainda impedem muita gente de migrar do banco para a corretora.

O medo da corretora quebrar é uma dúvida comum no imaginário dos investidores menos experientes. O primeiro ponto a ser observado é que a quebra de uma corretora é um evento raro.

Ok, raro não é impossível. Então o risco existe. E se quebrar?

Quanto aos títulos públicos e ações que você investiu, não há razões para se preocupar. Quando você compra um título público, passa a ser credor do Governo Federal. Quando compra uma ação, vira sócio da empresa que emitiu a ação.

Seus investimentos ficam sob custódia da própria Bolsa, em uma conta no seu nome. A corretora foi somente o intermediário que levou o seu dinheiro para essa conta. Basta se cadastrar em uma nova corretora para voltar a ter acesso ao dinheiro. Nada muda.

E seu extrato de custódia poderá ser conferido a qualquer tempo, diretamente na Bolsa, através do Canal Eletrônico do Investidor – CEI.

Você estará em risco somente se manter dinheiro parado na conta da corretora. Por isso transfira seus recursos somente quando realizar aplicações.

A Bolsa mantém um mecanismo para proteger os investidores de prejuízos provocados pelas corretoras, contudo, ele não envolve o dinheiro que o investidor transferiu e deixou parado na conta. Eu explico melhor abaixo:

Mecanismo de Ressarcimento de Prejuízos

O Mecanismo de Ressarcimento de Prejuízos (MRP) é um instrumento de indenização que funciona como uma espécie de seguro para os investidores, pois garante o ressarcimento de prejuízos decorrentes de erros operacionais das corretoras na intermediação das operações realizadas na Bolsa ou na prestação de serviços de custódia.

O ressarcimento dos prejuízos é limitado ao valore de R$ 120 mil por ocorrência. As reclamações podem ser apresentadas no prazo de dezoito meses após a data do fato gerador do prejuízo.

Atenção, atenção e atenção: o MRP não pode ser acionado para reclamar prejuízos decorrentes da falta de conhecimento sobre os riscos inerentes às operações em Bolsa e tampouco reclamar a perda de valores parados na conta da corretora, quando esses valores não forem provenientes de operações já realizadas na Bovespa.

Para facilitar o entendimento, um exemplo: digamos que você possua R$ 10 mil parados em sua conta corrente na corretora, dos quais metade são provenientes de ações que você vendeu e a outra metade provenientes do seu banco. Nesse caso, apenas o valor proveniente da venda de ações estará coberto.

Para conhecer mais sobre o MRP, clique aqui.

É isso. Escolha uma boa corretora e não deixe dinheiro a esmo na conta (apenas o suficiente para pagar a custódia). Transfira recursos somente quando realizar aplicações. Seguindo essas recomendações, o risco de você se aborrecer é quase nulo.

Dúvidas? Fique à vontade para perguntar.

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  • Olá Rafael.

    No artigo citado esse valor de R$ 0,47 descrito como ” taxa agente de custódia” é justamente a taxa de administração da corretora. No exemplo utilizei uma corretora que cobra 0,10% de taxa, mas se você escolher uma que não cobre, não pagará nada para a corretora. O único custo da aplicação será a taxa de custódia da BM&FBovespa, de 0,30% ao ano. Ela aparece zerada no exemplo pois não é cobrada no momento da aplicação, apenas posteriormente.

    Abraço!

  • Rafael Paes

    Esclarecedor. Mas tenho uma dúvida: investindo em tesouro direto tem corretoras que não cobram taxas administrativas, e a taxa de custódia para um investimento de R$ 470,24 (do exemplo do seu artigo: http://conhecimentofinanceiro.com.br/2016/06/13/tesouro-selic/ ) ficaria em R$ 0,47. Correto ou teríamos mais algum gasto com corretora?