UM ARTIGO SEM NOME

Existem perguntas fundamentais que vez ou outra devemos fazer a nós mesmos.

Neste artigo compartilharei duas delas, para que você reflita acerca de suas escolhas financeiras (ou a falta delas).

Por escolhas financeiras você pode entender:

http://viverdeblog.com/wp-content/themes/eleven40/images/li.png Passar aperto toda vez que acontece um imprevisto.
http://viverdeblog.com/wp-content/themes/eleven40/images/li.png Pagar centenas de reais em tarifas bancárias todos os anos.
http://viverdeblog.com/wp-content/themes/eleven40/images/li.png Perder a conta dos gastos todos os meses.
http://viverdeblog.com/wp-content/themes/eleven40/images/li.png Diminuir o poder de compra com a inflação.
http://viverdeblog.com/wp-content/themes/eleven40/images/li.png Perder dinheiro na poupança.

Nesse exato momento imagino que você possa estar pensando:

Ah Rômulo, é claro que eu não escolhi nada disso. E quem o faria?

Realmente, não escolhemos as situações que vivemos, quando ignoramos uma segunda opção.

Mas… e quando essa ignorância for o resultado de uma escolha anterior?

ESCOLHAS QUE IMPACTAM


Comprar ou alugar?

Filhos, quando e quantos?

Saúde em primeiro ou último plano?

Estudar?

Dar valor a coisas de pouco valor.

As escolhas do passado amplificam ou limitam as opções do presente.

No final (quase) tudo é escolha.

Nas finanças, assim como em outras áreas da vida, as melhores escolhas são acessíveis somente com o suporte da informação.

É a meritocracia da inteligência. A inteligência do conhecimento. Olhe ao seu redor e constate que, na maioria dos casos, os mais bem-sucedidos são também os mais bem informados.

Nem sempre a melhor escolha, mas sempre uma escolha melhor

Em um mundo de infinitas possibilidades, nem sempre somos capazes de fazer as melhores escolhas.

Mas depende de nós fazer uma escolha melhor que a anterior.

O prêmio da experiência é democrático com todos os seres dotados de boa memória.

Infelizmente nem todos aceitam esse prêmio, insistindo em não aprender com o passado. E isso também é uma escolha.

Liberdade de escolha: oportunidade para os sonhadores ou tormento para os preguiçosos? Você escolhe.

OPORTUNIDADE: NÃO ESPERE, CRIE


Estabilidade e prosperidade financeira deveriam ser objetivos de todos. Por quê? Porque na imensa maioria dos casos a renda das pessoas é incompatível com suas necessidades mais básicas, quanto mais com o tamanho de seus sonhos.

Sonhar não custa nada. Para realizar, pague!

Não me refiro apenas aos sonhos materiais. Até para viver uma história de amor você vai precisar de dinheiro.

E quando a renda aumenta, o sonho fica mais caro. O ser humano é assim, um eterno insatisfeito.

Mesmo quem nasceu em berço de ouro, se não receber o mínimo de educação financeira, estará sujeito a perder, em poucos anos, todo o dinheiro que os pais podem ter levado uma vida inteira para acumular.

Leves palavras sobre o medo

Não estudamos alternativas de aplicações para o nosso dinheiro, pelo medo de perdê-lo.

Por outro lado, compramos bens materiais acima de nossas possibilidades, sem nenhum medo de nos endividarmos.

Trocamos a chance de ganhar, pela certeza de perder.

O ser humano é ou não é o mais irracional dos seres?

O medo é o sentimento da falta de informação. Encare dessa forma e você terá no medo um aliado.

Ele será o seu radar interno, gritando toda vez que você precisar agir para buscar “o algo” que te faz falta.

O resultado dessa busca será a segurança que propicia realizar hoje melhores escolhas do que as realizadas ontem.

Nos despindo do nosso eu anterior, para uma versão melhorada de nós mesmos.

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Percebeu que o início desse artigo está linkado com outras cinco publicações aqui do site? Uma leitura atenta desses artigos vai te guiar para uma nova visão de oportunidades e perspectivas financeiras.

Compartilhe com um amigo que precisa dessas dicas para também fazer melhores escolhas financeiras.

Finalmente, deixo duas perguntas para você refletir:

Você fez e faz boas escolhas?

É criador de suas oportunidades?

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Até o próximo artigo!

PS.: o nome do artigo é “um artigo sem nome”, mesmo. A ideia é que você lembre dele por suas respostas, não pelo nome. 😉